Nas celas foram encontradas barras de chocolate, anotações que seriam de Geddel e foram apreendidos pelo menos cinco pendrives – supostamente, de Luiz Estevão. As buscas, feitas pela Polícia Civil do Distrito Federal, foram feitas no dia 17 de junho passado.
Em janeiro de 2017, uma revista na cela de Estevão e na cantina do bloco encontrou "diversos itens proibidos, tais como cafeteira, cápsulas de café, chocolate, massa importada, dentre outros".
Condenado a 26 anos de prisão, o empresário também é acusado pelo Ministério Público de financiar a reforma do bloco onde cumpre pena. Ele responde pelos crimes de corrupção ativa, estelionato, peculato, formação de quadrilha e uso de documento falso nas obras do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo. Como dois dos crimes, quadrilha e uso de documento falso prescreveram, a pena final caiu de 31 anos para 26 anos.
Geddel Vieira Lima foi denunciado na operação Cui Bono. A Polícia Federal descobriu R$ 51 milhões em malas e caixas em um apartamento atribuído a ele, em Salvador (BA). O emedebista foi indiciado por corrupção passiva, lavagem de dinheiro, organização criminosa e obstrução de investigação. Ele está em prisão preventiva e ainda aguarda julgamento.
O Plantão Brasil é um site independente. Se você quer ajudar na luta contra o golpismo e por um Brasil melhor, compartilhe com seus amigos e/ou em grupos de Facebook e WhatsApp. Quanto mais gente tiver acesso às informações, menos poder terá a manipulação da mídia golpista.
MAIS
» Médico lista 5 feitos históricos dos governos Lula e Dilma pela saúde
» Aécio é delatado novamente e é o primeiro a ser comido pela Odebrecht
9372 visitas - Fonte: Brasil247

Nenhum comentário:
Postar um comentário